


Um novo conceito de direção segura pautado na inteligência feminina foi lançado pelo professor Rodrigo Ramalho que reuniu diversos estudos da neurociência, psicologia e inteligência emocional para explicar como ao longo de toda evolução da espécie humana, as mulheres se tornaram mais adaptadas emocionalmente para estabelecer relacionamentos mais cooperativos com processos de negociações mais produtivos. Além disso, são mais empáticas e orientam seus comportamentos para a proteção e segurança.
Estas características foram adaptações necessárias às pressões evolutivas na saga da maternagem e sobrevivência. Habilidades que hoje, são fundamentais para os seres humanos dominarem o espaço físico do trânsito, repleto de obstáculos, conflitos e acidentes.

Para a neurologia, a coisa é mais objetiva: os “circuitos” do cérebro de um psicopata são fisicamente diferentes dos de uma pessoa normal. Uma descoberta importante foi feita pelo neuropsiquiatra Ricardo de Oliveira-Souza e pelo neurologista Jorge Moll Neto, pesquisador do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos dos EUA. Em 2000, os dois identificaram, com imagens de ressonância magnética, as partes do cérebro ativadas quando as pessoas fazem julgamentos morais. Os participantes da pesquisa tiveram o cérebro mapeado enquanto decidiam se eram certas ou erradas frases como “podemos ignorar a lei quando necessário” ou “todos têm o direito de viver”, além de outras sem julgamento moral, como “pedras são feitas de água”. A maioria dos voluntários ativou uma área bem na testa, chamada Brodmann 10, ao responder às perguntas...
Com este método inovador de treinamento, os gestores de RH montam os módulos de palestras e atividades de educação profissional continuada. Esta é uma ferramenta fundamental na gestão de equipes de frotas e motoristas porque introduz uma filosofia de segurança com várias curvas de aprendizado durante o ano. Isto se reflete em uma mudança de comportamento efetiva com condutores mais preparados e conscientes.Conheça nossos projetos corporativos...
Não é exagero dizer que as emoções no trânsito podem matar. Isto pode ocorrer quando um condutor experimenta as sensações excitantes da velocidade e provoca um acidente fatal. Poderá ocorrer também quando, irado, não hesita em apertar o gatilho em uma briga de trânsito (o que tem ocorrido com muita frequência). Em ambas as situações, um componente emocional nocivo está presente, dando impulso aos comportamentos perigosos e até criminosos.
Nesta obra, iremos investigar quais sãos as rotas que nos levam às respostas emocionais no trânsito gerando acidentes, infrações e conflitos violentos. Através da construção de cenários que simulam as situações de tráfego, apresentaremos alguns modelos teóricos que se propõem a prever, observar, descrever e desmotivar os comportamentos identificados de alto risco no trânsito.
Para enfrentar este grande desafio o conceito de Educação Emocional no Trânsito é apresentado para desenvolver a capacidade de controle das emoções negativas, mas também de gerar respostas emocionais positivas para outros participantes da via. Isto é claro quando um condutor cede passagem para o outro, que depois também acena agradecendo. Ou, então, quando mesmo diante de um descuido de outro motociclista o indivíduo aceita as desculpas ou não responde com retaliação. Pode ainda se traduzir nas mais necessárias e desejadas formas de cortesia, compaixão, altruísmo e comunicações positivas e a cooperação entre os condutores e pedestres. Estas emoções produtivas que interagem, promovem um ciclo de emoções positivas e a cadeia virtuosa que tanto precisamos para viver de forma mais harmônica e segura no trânsito.
Siga os sinais e boa viagem!
Prof. Rodrigo Ramalho

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Instituições Internacionais

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Campanha Band: Àlcool x Direção
ONU proclama Década de Ações de Segurança no Trânsito. A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas de 02 de março 2010 proclamou oficialmente o período de 2011 a 2020 como a Década Mundial de Ações de Segurança no Trânsito.
O movimento tem por missão reunir e mobilizar diversos segmentos da sociedade em prol da elaboração e implantação de um Plano Nacional de Segurança Viária, com metas e prazos de redução de vítimas de acidentes, para obter um trânsito mais seguro no País.